Maria Ivone Vairinho e Poetas Amigos

Maio 30 2011

 

Por solicitação do associado da APP, Prof. Doutor Filipe Papança, publico as fotos do lançamento do seu livro "A Matemática, a Estatística e o Ensino nos Estabelecimentos de Formação de Oficiais do Exército Português no período 1837- 1926: Uma Caracterização", que se realizou no dia 27 de Maio de 2011, no Auditório da Universidade da Beira Interior (Covilhã), com apresentação a cargo do Professor Doutor José Manuel Matos.

 

 

 

 

 

Para ver as restantes fotos, basta clicar numa das publicadas neste blogue.

 

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 16:31

Maio 30 2011

  

 

 

 

O Zoo de Lisboa e o autor, João Coelho dos Santos, também encenador, convidam-no e a seus familiares e amigos a assistir ao espectáculo de encerramento do ano lectivo da turma de Teatro da ULTI - Universidade de Lisboa para a Terceira Idade

 

  

          04 Junho - Sábado – 11,00h – Auditório do Zoo de Lisboa

 

Programa

11,00 h - recepção dos convidados

11,30 h - boas-vindas por representante do Zoo e pela Presidente do Conselho Directivo da ULTI

(Nicolau Breyner assina o Prefácio  do livro - 2ªedição)

              O MACACO NABIÇA - CAPUCHINHO AZUL

11,40 h - representação da peça O CAPUCHINHO AZUL

12,30 h - agradecimentos do autor e sessão de autógrafos

 

Inscrições para

joaocoelhosan@netcabo.pt

ou 917 43 42 49

 

 

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 15:38

Maio 29 2011

CONVITE

 

GRAÇA PATRÃO convida-o para a conferência

 

"Dorian Grey - ou como a Vida venceu a Arte"

 

 

28 de Junho de 2011, 18 h.

UNIVERSIDADE AUTÓNOMA DE LISBOA

Rua de Santa Marta

 

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 17:45

Maio 29 2011

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 17:28

Maio 29 2011

 

O MUNDO PERDIDO DAS ILUSÕES!

 

Adriano Augusto da Costa Filho

 

O Mundo todo é feito de ilusões,

Todos seres têm as suas paixões.

Se assim não fosse nada nos restaria

E a beleza universal se perderia!

 

Tudo nos leva a paraísos perdidos,

Desmanchando todos sonhos urdidos.

Mergulhamos em uma realidade

E os sonhos são lapsos de verdade!

 

O Paraíso perdido é um lugar perfeito,

Que em sonho será sempre refeito.

Está presente e pode ser olhado,

Certamente nunca poderá ser tocado!

 

Nesse mundo de ilusões perdidas,

Lugar maravilhoso em eras urdidas.

Quando lá estivemos nada sabíamos

E hoje daqueles tempos só sonhamos !

    

Esse mundo é um lugar maravilhoso,

Como numa festa em arraial mavioso.

Nos sonhos foi lançado há séculos,

Nas futuras gerações em tempos certos!

 

Quando lá estivemos nada sabíamos,

Só sonhos desse Paraíso sentíamos.

Mas hoje, em nostalgia já o sabemos

E de saudades certamente morreremos!

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 16:44

Maio 29 2011

 

A ÁRVORE AO RAIAR DA PRIMAVERA!

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Algumas folhas de uma árvore caíram,

Com certeza ali no chão elas ficaram.

Eu não reparei a chuva que caia

Porque meu pensamento além fluía!

 

Nessa ramagem sempre ia refrescar-me

E ao seu pé costumava ali sentar-me.

Matar a sede das sedes do infinito

Para acalmar a alma sem qualquer grito!

 

Ninguém se importou saber onde vivo,

Se sou um homem e se sou um espírito.

Falo com as árvores, como com os humanos

Porque de Deus criaturas nos somos!

 

Afinal as árvores são como os seres humanos,

Tem seus valores e os seus desenganos.

Como elas também nós adoecemos

Às vezes nos recuperamos e finalmente morremos!

 

Em seus galhos brotam folhas e flores,

Todas elas para nós com seus pendores.

E gostaria de perguntar-lhe, porque adoecer?

E tenho pena de ela não poder responder!

 

Mas, essa árvore é um vivo ser

E muitos anos com certeza vai ter.

Porque ficas triste? Pulsa-te a vida

Tens a natureza à tua volta envolvida!

 

Quero acariciar-te e olhar a tua alma,

Porque transmites a meu ser a tua calma.

És com certeza na tua grande solidão

Um pedaço eterno do nosso coração!

 

Não passas de uma árvore muda e quieta,

Mas, sonhas como eu com a beleza certa.

E tu só tens a gratidão, só tens brandura

E sempre nos dás abrigo com total ternura !

 

Quando eu vou em teu redor descansar,

Sonhar eu vou com o meu pensar. 

Acariciar os lindos e longos ramos

E com certeza como namorados que somos!   

 

 Primavera nesta data já vem vindo,

De um fulgor enfeitado e todo infindo

E com certeza deixar o resto com Deus

Que encantará tuas folhas aos olhos meus!

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras/MG

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

 

publicado por appoetas às 16:32

Maio 29 2011

A ILUSÃO DO TEMPO!

 Adriano Augusto Da Costa Filho

 

Houve um tempo, que nada reinou,

Na memória imortal se apagou.

O tempo e a matéria não existiam,

Na explosão os neutros se expandiam!

 

Nessa explosão nasceu o Universo

E daí tudo foi um grande sucesso.

Aconteceu que o Universo se expandiu

Mas, houve um tempo que nada existiu!

 

Nessa singularidade da grande explosão,

Ainda não existia qualquer coração.

Bilhões de graus nessa era fenomenal

Só Deus sabia da explosão sensacional!

 

  Hoje para nós o tempo não é nada,

Visão melancólica da vida imaginada.

Vivemos sonhando num punhado de anos

Quase todos tristes e por demais insanos!

 

Deixar marcas sempre queremos,

Mas, praticar o bem, esquecemos.

Cada um de nós de acordo com a idade,

Só percebemos tarde toda realidade !

 

Deus está presente no Cosmos,

Por certo, filhos Divinos seremos.

Deixou ao homem algum poder

Que era para o bem sempre fazer!

 

A Terra tem cinco bilhões de anos,

Nada saberemos de onde  viemos

Como também para onde vamos,

Mas, vivemos em eternos enganos

 

O correto é imaginarmos somente,

Que viver é uma arte latente.

Nascer, crescer, viver e morrer

É na contagem do tempo quem merecer !

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 16:15

Maio 29 2011

O VELUDINHO !

 

Adriano Augusto Da Costa Filho

 

Em eras de minha infância,

Marcadas pela excelência.

Por um cãozinho "Veludinho"

Tão cheias de muito carinho !

 

Por entre matas e jardins,

Todas lindas com jasmins.

Nas manhãs esplendorosas

Corríamos entre as rosas !

 

 Quando róseas nuvens passavam,

Os dois em corridas caminhavam.

Nas tardes fagueiras da natureza

Sorriamos felizes com certeza !

 

 O olhar desse cãozinho tão lindo,

Sempre presente de um olor infindo.

Seu pêlo total e muito branquinho

Parecia de um pássaro em seu ninho !

 

Nas frágeis teias do destino,

Sempre cantarei o seu hino.

No coração  marquei seu encanto

E na minha imaginação outro tanto !

 

Veludinho um cão tão lindinho,

Voltou um dia para o seu ninho.

Irá passar um tempo infindo

Mas,não haverá outro tão lindo !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo

Movimento Poético Nacional

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores

Academia Virtual Poética do Brasil

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

 

publicado por appoetas às 16:04

Maio 29 2011

OS MARAVILHOSOS TEMPOS !

 

Adriano Augusto da Costa Filho

 

Eu nasci numa época maravilhosa,

Toda calma, linda e muito virtuosa.

Sou de um tempo assaz brilhante

Que na eternidade foi só um instante.

 

Andei correndo em campos floridos,

Todos lindos e muito queridos.

Hoje nos meus olhos sempre aparecem

Mas, nos sonhos eles desvanecem !

 

 

Desse tempo jamais vou esquecer,

Na juventude eu vi o ideal nascer.

Uma Obra Divina lançou no coração

E a poesia nasceu na eterna emoção !

 

Naqueles tempos das almas inocentes,

Como rios límpidos em suas vertentes.

Tudo era um doce atrativo e formosura,

As pessoas traziam no coração a ternura !

  

Hoje o coração vagueia no ermo agreste,

O coração cheio de amor se veste.

O sonho daqueles tempos tão lindos

São repositórios de sonhos  infindos !

 

 

 

Corri mundos e mundos sem fim,

As tristezas invadem o coração assim.

Mas, por certo toda  beleza da vida

Por Deus,será sempre no coração inserida !

  

Tempos imemoriais, santuários de amor,

Levo daqueles tempos um grande olor.

Os sonhos do presente são imensas poesias,

Cantadas em versos criadas em belos dias !

 

 

Ah! Sonhos eternos do tempo que passou,

E que no coração eternamente ficou.

Corri mundos e mundos sem fim

E agora só quero a poesia junto a mim  !

 

 

Os dias fagueiros de passados vibrantes,

No coração continuam sempre atuantes.

Viverei alguns anos sempre sonhando

E da poesia eternamente amando !

 

 

ADRIANO AUGUSTO DA COSTA FILHO

Casa do Poeta de São Paulo.

Movimento Poético Nacional.

Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores.

Academia Virtual Poética do Brasil.

Academia Poços-Caldense de Letras- M.G.

Ordem Nacional dos Escritores do Brasil.

Associação Portuguesa de Poetas/Lisboa/Portugal.

 

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)

publicado por appoetas às 15:52

Maio 28 2011
Na qualidade de associada da Associação Internacional de Paremiologia (AIP- IAP), venho convidar à participação do concurso de quadras alusivas a provérbios sobre os santos populares. Esta iniciativa da Associação, insere-se nas comemorações do dia da cidade de Tavira, dia de S. João (24 junho). Os trabalhos podem ser enviados para: Associação Internacional de Paremiologia, Apartado 200,8801-903, Tavira , ou , para: quadraspopulares2011@gmail.com
O resultado do concurso será conhecido no próprio dia da cidade. Obrigada a todos e...toca a colaborar.
Com os melhores cumprimentos
Maria Rosario B. Cavaco F. Afonso

 

(colocado por Maria Ivone Vairinho)
publicado por appoetas às 17:21

Este blogue está aberto aos co-autores e Poetas Amigos de Maria Ivone Vairinho
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